Como captar a alma de um momento, de um sorriso, de um olhar? Como manter esse momento tão rápido, tão vulnerável e fugaz, suspenso no tempo, para sempre imortal?
O dia é cheio para quem acorda às 6 da manhã com cara de urso panda porque esqueceu de tirar o rímel na noite anterior, para quem corre meia maratona em perímetro reduzido, almoça ignorando as papilas gustativas e tem casa, trabalho, gatos e marido para cuidar.
Então, quando o sol se esconder haverá tempo para algum blá blá blá?
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